13/09/2010

O rock morno do último dia das prévias



A noite de ontem me fez recordar meus tempos de garotinha, quando eu persistia em aprender tocar guitarra para poder formar uma banda meia boca com as minhas primas. Passaram pelo palco bandas formadas por integrantes jovens (com exceção da banda Re-volt, que foram os “maduros” da noite), que parecem ter levado a sério o que era um objetivo de vida no auge dos meus 13 anos.

Tive a impressão de que, por vários momentos, as bandas reproduziam os sons umas das outras.  Mais parecia um mimetismo: tudo muito parecido, sem nada que acrescentasse ou causasse grandes emoções.
A noite começou por conta da banda paulista Aero. No primeiro acorde já rolou comentários semelhantes na ilha:

Banda Aero: morna, mas nostálgica.
_Como parece CPM 22! 

De fato. A primeira música era CPM 22, cuspida e escarrada, com algumas pegadinhas de Blink 182 - o que me fez lembrar nostalgicamente da minha época blinkmaníaca. As músicas escancararam as bandas que os caras dizem influenciar no seu trabalho. Algumas até pareciam manter as mesmas cifras das bandas originais. O que tornou o show previsível aos olhos de quem já sabia quais eram as influências (nós da Cobertura Colaborativa, que lemos o release antes mesmo dos caras pisarem em Londrina).

Uma coisa na apresentação dos caras me deixou intrigada. E nem foi a performance dos pulinhos a cada começo de música do vocalista.

 Fiquei cabreira por a banda ter mantido a linha de fazer o som parecidíssimo com as bandas influentes desde o início do show e encerrá-lo com uma idéia completamente diferente. Foi como se a banda tivesse saltado para outro estilo e, quem dirá, até mudado as influências. Eu que após algumas músicas já estava até conseguindo encontrar a identidade da banda Aero, voltei ao estágio inicial no fim do show. Na última música!

Ao final do show, tive a oportunidade de conversar com os caras da banda. E é claro que minha garganta coçou para perguntar o porquê do vocal rasgado (quase um gutural) na última música, já que nenhuma das bandas referenciadas utilizava o recurso. Daí foi que os caras resolveram dizer que, além de Blink, Bad Religion (sic) e Dead Fish, a banda também gostava de pegadas do Heavy Metal.  Fiquei perplexa por só terem mencionado essa influência ao serem perguntados. Acho gutural um tanto quanto arriscado para uma banda que reproduz músicas do CPM22 com letras que falam de sentimento.  Não consegui enxergar a identidade da banda e acho que isso está completamente relacionado à cagada da última música.

A segunda banda da noite foi a Test Drive, dos meninos de Cambé. Musicalmente falando, não é o meu estilo de som.  Uma trupe de garotos mirradinhos, aparentemente menores de idade, que parecem ter saído da garagem de casa direto para o palco das prévias do Demo Sul.  

Banda Test Drive: os vencedores espertos.

Mas o show foi o mais animado, com direito a banda e público fazendo gestinhos sincronizados e tudo o mais. Além do que, o público tinha as letras das músicas na ponta da língua. Também pudera, os caras criaram a caravana Test Drive e deslocaram amigos, vizinhos, tios, tias, mães e até irmão mais novo, para virem votar na banda e fazer com que eles levassem a melhor na noite de ontem. Conseguiram. São eles quem vão representar o rock fofo no festival.


Após os vencedores da noite saírem do palco, quem subiu foi a banda carioca Re-volt. Cabelo azul, piercing na sobrancelha, roupas pretas, correntes, expressões fortes e a proposta do cantor – aos berros! – de mandar um super rock and roll. Criei maior expectativa para ouvir o cara cantar e quando ele começou...tá, é só?
Vocal meio arrastado, choramingado,baixo, pensei que seria mais imponente pela aparência dos músicos e pela fervorosa propaganda de fazer rock que a banda fez antes de subir ao palco. Não animei.

Banda Re-volt: prometeu mas não cumpriu.

Em meio às composições mandaram um cover de Beat It do tio Michael, numa versão rockzinha previsível. A galera animou um pouco mais com a música, mas, gente, sou só eu que acho o maior desperdício do Brasil o cara ter a oportunidade de mandar música própria e vir pro Demo Sul fazer cover? Para mim eles desperdiçaram minutos que poderiam ter sido gastos mostrando o trabalho próprio da banda.
No mais, os caras foram muito simpáticos. O cabelo azul até me pediu o computador emprestado para postar no twitter da banda o quanto o show havia sido legal.


Banda Uno Sapiens: o rei do morno.
Em seguida foi a vez da banda Uno Sapiens mostrar para o que veio. Antes de mais nada, cobertura colaborativa, sanem a minha dúvida: eles fizeram cover de Primos da Cida ou não? Ouvi algo relacionado a isso de alguns dos meus amigos ilhados e, como não conheço tanto Primos da Cida, não sei se isso de fato rolou mesmo ou não. 

 Bom, sobre a banda, para mim eles levaram o troféu morno da noite. Estou aqui acessando minhas anotações sobre eles e tenho duas linhas que não acrescentam em nada para esse post. O show não me causou nenhum sentimento. Nada. Nem euforia, nem desdém. Neutralidade é a palavra que melhor define minha opinião sobre a apresentação dessa banda. Mas a palavra só será essa se a resposta para a pergunta anterior for não. Se eles tiverem feito COVER, do PRIMOS DA CIDA, pulo da neutralidade para o estágio inicial do desdém sem qualquer receio.

Por fim, foi a vez dos meninos da Impacto Rock encerrarem a noite – e as prévias. Subiram no palco, olharam pra ilha e me perguntaram se eu havia os chamado de “coloridos”. Ahn?  Do que será que ele estaria se referindo? Talvez  às camisas e calças coloridas que compunham o visual da banda ou, quem sabe,  ao tênis das quatro cores fluorescentes que um dos integrantes usava. De qualquer forma, fiquei sem entender.

No som dos caras dá para sentir a influência de bandas como For Fun, Strike e Blink 182. Rolou até uma música com a batida inicial que, se não era idêntica, se parecia muito com a da música  There Is do Box Car Racer.  Eu definiria o estilo da banda como emocore e não considero que ela tenha trazido nada de diferente ao que já se conhece sobre o estilo.

Banda Impacto Rock: os coloridos da noite
Sobre isso, no fim da noite, os meninos da Impacto Rock gravaram entrevista com a Tati (Oliveira). Fiquei dentro da sala, quase imperceptível. Tava ansiosa pra ouvir o que eles tinham a dizer sobre a banda e preparada para xingar muito no twitter se eles a definissem como sendo Hardcore. Desisti de acompanhar a entrevista toda quando, na primeira pergunta, um deles respondeu que definia o som como “impactante”, na mística de quem não quer se rotular ou tem receio de admitir que o som é emo.
Enfim, não é o meu estilo de som, achei alguns momentos do vocalista performáticos e forçados demais (aqui, abro um parênteses para a hora em que ele parou o show no meio de uma música, sem a menor necessidade).Isso sem mencionar a música que encerrou o show: um cover da banda Strike.

Musicalmente falando, defino o último dia de prévias com uma só palavra: morno!

Em meio a tanto rock fofo e à escassez da boa música, escolheria a banda Aero para um espaço no palco oficial. E isso nada tem a ver com o fato de eu ter achado muito legal a iniciativa dos caras em trazer CD’s da banda e distribuí-los para a galera ao final do show. 

Sobre o ambiente da cobertura de ontem, eu o defino como fervoroso.  Rolou até descontração pós-trabalho depois de ouvirmos tanto som que não soou bem a maioria dos ouvidos da colaborativa.
Ocasiões que aproximam uns aos outros e torna o trabalho de cada um muito mais prazeroso e produtivo.
Não poderia estar sendo melhor. A galera tem se mostrado cada vez mais capaz de dar conta da décima edição do festival. E é pouco, muito pouco perto de tudo que ainda vem por aí!



16 comentários:

yan disse...

Em meio a tanto roquenrou fofo e colorido (seja lá o motivo), dizem que passa: de geração em geração; afinal, até prince teve seus dias.
De qualquer modo, sem sarcasmo ou ironia, espero que a banda morna mas nostálgica abra o dia para que eu saiba quanto tempo tenho pra chegar atrasado.

Renata disse...

Essa comentarista de rock é uma jornalista que não sabe escrever, entrevistando gente que fala o que pensa, e não faz o mínimo de esforço para entender. Então a frustrada tentativa de fazer "rock" e não consegui, leva o ser humano e sua ignorância, a julgar o trabalho daqueles que conseguem. Não entendo como um festival com esse porte possa ter uma comentarista desse nível.

Dedos disse...

Postamos sobre o Evento no nosso fotolog, dá uma conferida depois, abraçãO.
www.fotolog.com.br/aerorock

Thamiris Geraldini disse...

Em tempo onde as casernas já mofaram junto com a bitolada idéia de controlar manifestações de opinião, muito me surpreende que as pessoas ainda se queixem da democracia da informação – que ainda é muito pouca. Lamento.

Seguinte, Renata. A proposta de criar a cobertura colaborativa do Demo Sul é exatamente poder mostrar o fervor de opiniões contrárias sobre um mesmo aspecto, a fim de que o público (que foi até os show's ou até os que só acompanham o blog), crie seu próprio ponto de vista em relação às bandas que sobem ao palco.

Jornalismo é muito mais do que você simplesmente ouvir o que os entrevistados têm a dizer e reproduzir como se fosse uma verdade absoluta. Somos todos profissionais formadores de opinião e eu, como tal, não devo e não vou perpetuar uma idéia na qual eu não compartilho.

Contar aos leitores as minhas impressões sobre a noite, é liberdade de imprensa. Não falar tão bem da banda que você adora, é liberdade de imprensa. Dizer que as bandas não superaram em nada as minhas expectativas, é liberdade de imprensa!!!!

Eu não trombaria de frente com os fatos da noite de domingo para escrever um texto - seja ele qual fosse e para onde fosse. Seria a venda da minha consciência e da minha opinião pessoal. O que, cá entre nós, não precisa acontecer aqui, dentro de um blog em que existe a livre manifestação de opiniões.

Imparcialidade é para quem tem medo de mostrar o que pensa e defender suas idéias seja como e com quem for. É muleta pra quem quer se apoiar na opinião dos outros por incapacidade de formar a própria. Vamos deixá-la para os momentos em que ela é inevitável (porque em alguns casos a imparcialidade é, sim, muito bem vinda. principalmente em se tratando de jornalismo).

O que retratei no post acima foram os momentos em que me jogaram na cara o quanto o rock está escorrendo pelo ralo a cada banda que é jogada no cenário musical sem saber exatamente o que realmente quer propor ao público.

Confirmo todas as palavras ditas no post acima e digo mais: as bandas de domingo deixaram muito a desejar e não podem, nem de longe, ser comparadas, em quilates, às outras que passaram pelo mesmo palco nos dois dias anteriores.

Por fim, um adendo: não seja tão autoritária criticando o meu papel aqui só porque eu não disse o que você gostaria de ler sobre sua banda favorita. Isso aflora a hipocrisia de um povo que lutou pela liberdade de imprensa durante tanto tempo e hoje quer controlá-la.

Fico feliz que dentro da nossa cobertura não exista nenhum tipo de censor barato que anule qualquer pensamento referente às bandas que passaram e vão passar pelo palco do Demo Sul. Liberdade de imprensa é algo muito bonito e dentro do nosso projeto, a informação - felizmente! - não sobrevive sob as rédeas da censura.

Respeito sua opinião, sem querer polemizar, mas repudio a crítica.

Renata disse...

Todos nós temos o direito de opinar, porém, opinião é melhor dada por pessoas com conhecimento no assunto. O rock vai além do que foi dito. Respeito opiniões, mesmo de quem não trabalha diretamente com a música,não sei se é o caso, mas é o que parece. Fazer uma música é um dom e algo que vem de nós, apenas quem faz sabe sua real identidade.
Não é questão de ter criticado a banda de mais gosto, é questão de criticar com sua ignorância todas as bandas. Sou vocal de banda também , e ninguém deve dizer sobre a identidade de alguém, porque isso é de cada um e pouco lhe importa. Identidade vai além dos estilos de músicas, se eu quiser misturar estilos de rock, e dai, a música é minha. Agora se quiser saber minha verdadeira identidade, vou pro Paraná levar meu RG.
Ignorância e diferente de opinião. Posso dar minha opinião sem desmerecer o trabalho de alguém.

Thamiris Geraldini disse...

Você pode misturar todos os estilos de rock em uma única composição, só nao considere a possibilidade de unanimemente as pessoas acharem o que voce compôs tão bom quanto você acha. Não gostei do que ouvi, embora não tenha o menor intuito de desmerecer o trabalho de ninguém. Música é isso: façam o que lhe parecer pertinente e agradem quem compartilhar do mesmo gosto. Registro minha opinião e encerro com a frase mais clichê que se possa esperar, porém, a que melhor define minha opinião acerca do que ouvi no domingo: gosto é gosto, não se discute!

Renata disse...

huahuahauauhauahua...vamo trabalhar com abrir a mente.
Realmente Rock não é pra todos. Desisto dessa garota...kkkkkkkkkkkkkkkkk

Isabela Cunha disse...

Acho que a Thamiris concorda que não há nada tão bom quanto ler críticas sobre o que escrevemos. Isso nos faz pensar. Rola, pelo menos comigo, aquela reflexão, autocrítica.
Mas dói na alma ler crítica prepotente e mal educada. Isso não acrescenta, deve satisfazer quem esceve, que desconta algum tipo de frustração, não sei. Mas pro sujeito do texto não faz diferença, não conta, parece só fritação à toa, pra atingir e nada mais. E isso não funciona. Isso só dá é mais corda pra críticas. Porque tudo continua parecendo infundado: "rock" comercial, fãs desesperados e imaturos em muitos sentidos.
O dia que o texto da Thamiris for de "uma jornalista que não sabe escrever", a música da Joplin vai ser de "uma cantora vulgar que não tem alma" e o Fiuk vai ser mais que "o filho do Fábio Júnior".
Graças ao bom deus, definitivamente não é o caso!

Isabela Cunha disse...

Ops, quase me esqueci. O cover não era Primos da Cida. hahaha. O Sapão (quase arrancado do palco) era vocalista da Gaf. Uma banda bem no estilo da noite, que eu acho que acabou, mas não tenho certeza. A música que eles tocaram foi dessa época, inclusive, uma música que emplacou por um tempo nas rádios da cidade. (?)
Não sei s isso tira o desdém. Mas, acho que ficou respondido. hauhauhau

roanita disse...

Nossa essas criticas foram um tanto quanto ásperas, e fúteis.
Não era necessário descrever as bandas com tanta ironia e desdém.
Minha pergunta é: Quem é Thamiris Geraldini?
uma graduada em música?
Thamiris aprenda a respeitar o trabalho das pessoas envolvidas, seja menos prepotente, poruqe hoje em dia querida, nem de diploma para ser jornalista precisa... então peca seu tempo estudando mais.

Thamiris Geraldini disse...

Que idéia é essa de que só as graduadas em música é que podem emitir opiniões acerca dela? Discordo. Não acho que seja preciso entender sobre teoria musical, fundamentos de acústica, harmonia e percepção, para saber o que me aprovém aos ouvidos. Acho possível dicernir o que é legal por meios empíricos, através de experimentação.

Saquem só as minhas últimas considerações (mesmo) sobre essa repercussão toda.

1)Na minha opinião (vão querer vetar?) para se falar sobre qualquer coisa é preciso ter indubitavelmente uma opinião própria. Antes de mais nada, para quem mete a cara para criticar algo ou alguém isso é extremamente valioso.

2)E o mais importante. A crítica é uma opinião, não uma máxima, uma lei ou uma ciência exata. Tudo que eu escrevi aqui foi uma forma de apresentar aos leitores minhas impressões e, daqui em diante, é você quem faz o julgamento. Por mais que o intuito na maioria das vezes seja o de formar opinião (confesso minha queda pelo "quarto poder") a escolha é sua. Críticas são para que você sinta-se provocado. Se não concorda com o que eu disse, tape os olhos para ela, questione-se e crie seu próprio ponto de vista partindo das suas próprias impressões.

Sobre o diploma, disse (quase) tudo. Se nem dele para ser jornalista precisa mais (bate lá na porta da Folha para pedir um emprego e depois me conta se você conseguiu), por que tem tanta gente querendo impedir a manifestação da minha opinião?

No final das contas o que importa para todo mundo é só o gosto pessoal, afinal, felizmente a arte é para ser apreciada, não entendida!

juliana disse...

Thamiris.... você ainda tem que aprender muito. Amadurecer, aliás!
Pior do que queimar seu próprio filme, está queimando o filme do festival e da Colaborativa!!!!!!
É uma pena ver um trabalho tão bacana, que envolve tanta gente, ser tratado como você o trata!

Nay disse...

Quem ta precisando de novos conceitos sobre a história sào vocês caras colegas coloridas, afinal, dizer que um bando de garotos imaturos musicalmente falando, fazem rock, uma afronta, e faria Jimie Hendrix se revirar no túmulo, mas novamente, a questào não é essa, e sim, que se para criticar musica é necessário graduaçào, defenda primeniro seu tcc em jornalismo pra depois cirticar um texto feito por uma. vá à biblioteca maiz próxima e pegue um livro sobre censura, estude-o bem e se informe (afinal, em seu conceito, é necessário conhecimento para emitir uma opinião) apartir daí, pense sobre críticas a cerca da liberdade de imprensa.
Agora pense se fosse o contrário, vocês se deparassem com um texto bajulador e confetasse essas bandas, que com suas palavras "roqueiras" haveria alguma crítica a ser feita? ou a opinião seria mais facilmente digerida?! Afinal, é o que vemos tanto no texto, quanto nos comentarios, opiniões!
Quanta hipocrisia.
ourtra coisa, também é não necessário diploma para formar uma banda, isso coloca em prova a competência do músico? afinal, foi essa linha de raciocínio.
Por fim, quero constar, que como estudante de jornalismo me senti ofendida com as afrontas desnecessárias e ignorantes sobre a profissão e como pessoa, me senti com um pouco de vergonha alheia pelos comentários vazios e infundados.
beijos.

roanita disse...

A questão fundamental, que estou indagando não são as criticas, ou opiniões suas. Apenas questionei a forma como elas foram expressas.
Que a de convir comigo que ficaria muito mais prudente, escreve las de uma maneira mais sútil...
E para criticar algo , tão acidamente , você deve sim conhecer e entender do que voce etá falando, não pode criticar uma coisa que não sabe o que é.
Eu estava lá nesse dia, das bandas e também não agradou meus ouvidos, porque não é o meu estilo musical.
Mas respeito é apalavra chave. Isso falta em voce.
Voce praticamente humilhou as bandas, isso é inadimissivel.
O demosul tá queimando a caraaaaaa, grande com uma aprendiz de jornalista tão despreparada.
enfim, pense nisso... releia suas palavras, e tenha o minimo de humildade de ver que realmente não foi legal o que voce escreveu!
Porque as criticas, servem para gente melhorar, em primeiro lugar Respeite as pessoas.

pamdy disse...

A banda que tocou o "rock fofo" nas prévias da DemoSul, está tocando seu rock fofo.. na @FolhaFM.
É o máximo não?????

Ana Carla Barbosa disse...

Na boa, galera! Tá faltando discernir LIBERDADE DE IMPRENSA, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, JORNALISMO, OPINIÃO, COBERTURA COLABORATIVA e afins. Cada qual com seu valor =) Particularmente, gostei da postura da Thamíris de arriscar a crítica dela e, mais ainda, gostei do espaço dos comentários ser usado para discussões com foco. Parabéns pra todo mundo, rsrs!