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20/10/2010

3º dia de produção (PARTE 02)

Mais fotos da segunda fase de produção no 3º dia de oficina na Kinoarte. O vocalista da banda Locodillos totalmente (desi)nibido diante da câmera hahaha.
Quem também passou pela gravações foi um gatinho, coisa fofa e, por isso, não pude deixar de colocar umas imagens dele. Curtam o gato Kino aí pessoal.



Vale relembrar a passada da banda aqui pelo Festival Demo Sul durante as prévias. Eles, que levaram a melhor votação e, no próximo sábado vão estar no Palco Sonkey (Grêmio) para mostrar um pouco mais do trabalho que fazem. Quem não pôde estar durante as prévias, vai poder curtir o Rock'n Roll setentista dos louco dilos.
Fica a dica ; ) rsrs

Até

18/09/2010

Antes que a poeira baixe..

...Vamos falar um pouco mais sobre o que se passou nas prévias. Melhor, o que se obteve delas. Esta nova dinâmica, que deu ao público a responsabilidade de definir parte da programação do Festival, fomentou algumas discussões.

As Prévias foram uma boa? - Em coletiva, questionou-se a competência das prévias Demosul. Como a banda Mescalha ao argumentar que o voto popular pode acabar favorecendo bandas de Londrina e região, enquanto que bandas ‘de fora’ podem ser prejudicadas por não possuírem um publico mais cativo que esteve presente para votar. E de fato, as bandas mais votadas a se apresenterem no Demosul são de Londrina e adjacências.

A réplica dos organizadores do Festival foi de que o objetivo das prévias é tornar o processo mais democrático, dar a responsabilidade ao público. “As prévias não foram para eleger a melhor banda, mas a banda que agrada o público. Dar oportunidade a bandas que provavelmente não seriam selecionadas no formato antigo”, explica Marcelo Domingues, idealizador e organizador do Festival.

Marcelo também acrescenta que as prévias são um processo ainda em laboratório. Planeja-se para o ano que vem, algumas mudanças como o encargo de que cada pessoa vote em duas bandas por noite. “Assim, a pessoa não vota só na banda do amigo, ela também vai ter que escolher um outro favorito”, esclarece.

A diversidade do DIY – Os diversos gêneros que passaram pelo palco da Alona refletiram o material que os organizadores recebem de bandas querendo participar do Demosul.

Mas muito se comentou a respeito das bandas ‘calça colorida’ - termo instituído por posts deste blog - no último dia das prévias. Alguns comentários, em tom de crítica. “Durante as inscrições nós recebemos uma pilha assim de material [Marcelo demonstrando uma pilha imaginária bem alta] dos ‘calças coloridas’, enquanto que bandas de reggae e heavy-metal, por exemplo, tinham uma pilha assim [demonstrando uma pilha irrisória]”. E Luiz, organizador do festival, diz: “Essa é uma outra geração que está surgindo. É preciso ter essa abertura”. É assim que se desenvolve uma cena musical.

E ainda a respeito da cena independente em Londrina, os organizadores levantaram outras questões. O espírito DIY – Do It Yourself – que surgiu no movimento punk nas ruelas inglesas dos anos 70, parece esmorecer nas bandas de Londrina. A idéia de fazer o trabalho com as próprias mãos nunca esteve tão ao alcance dos dedos. “Uma banda precisa saber se promover. Hoje, é muito mais fácil gravar seu próprio álbum, divulga-se sua música no Myspace e não falta lugar para tocar em Londrina”, diz Marcelo.

No entanto, as bandas londrinenses tendem a se amparar em covers, para dar ao público o que eles querem. “O Demosul é o maior exemplo de que existe público interessado em trabalho autoral”.

Muito a se discutir. Considere só um começo para o que está por vir com o Simpósio de Música Independente, no dia 21 de outubro e, é claro, os aguardados nove dias de FESTIVAL DEMOSUL.

No post abaixo, vídeo da entrevista com Marcelo e Luiz.

16/09/2010

Cobertura Colaborativa é...

Comunicar
Organizar
Levar o melhor conteúdo simultâneo
Alcançar o maior número de posts
Bloggar em prol do rock independente
Ouvir boa música
Rachar de rir com os "bolas-out's" da galera
Ainda que haja bandas ruins, lembrar-se que o rock é democrático
Transmitir com qualidade
Informação ao vivo
Viver onn line
Aumentar a credibilidade da mídia livre.

Cobertura colaborativa pode ser isso, pode ser aquilo, pode ser o que pudermos produzir. O importante é COLABORAR!
Viva os clichês, os bordões e os acrósticos. Eles sempre são um santo remédio para metalinguagem.
E por falar em remédio, algum hipocondriaco no grupo? Vou precisar de aspirina do dia 15 a 23 de outubro.


Até tropa.

>>>Fotos: Tati Alcântara

15/09/2010

A primeira noite das Prévias

Atendendo aos ansiosos pedidos mineiros, posto abaixo um texto que produzi para a universidade sobre o primeiro dia das prévias, no qual, óbvio, estive presente em carne, osso, bloquinho e gravador.

“A edição 2010 do Demo Sul é a que vai ter mais novidades”. É assim que Marcelo Domingues, organizador do festival londrinense de música independente, destaca o que vai acontecer entre os dias 15 e 23 de outubro, durante o evento, que completa uma década esse ano. Antes do pontapé inicial, ocorreram prévias durante os dias 3, 4, 10, 11 e 12 de setembro que selecionaram bandas para tocar durante o Demo Sul. Os shows aconteceram na Vila Cultural Alona e, para assistir, bastava trocar um ingresso por um quilo de alimento não perecível. Segundo Domingues, os alimentos arrecadados foram destinados à Associação Solidariedade Sempre, que é uma entidade filantrópica voltada para o auxílio de adolescentes de baixa renda.

A reportagem esteve presente nas prévias do dia 3, uma sexta-feira. Durante a noite, estavam previstas apresentações de duas bandas de Londrina, uma de Maringá, outra de Curitiba e, por fim, um grupo vindo de Porto Alegre. A noite começou com a pegada alternativa à la anos 90 da banda local Monkberry, que, posteriormente, viria a ganhar na votação de melhor da noite. Logo após, o público pode assistir ao indie melódico dos maringaenses do Tiny Cables Ink. Entrevistados nos bastidores, os rapazes da cidade vizinha fizeram comentários sobre a cena musical londrinense. Para eles, o excessivo número de covers em Londrina sufoca produções próprias de artistas e bandas pé-vermelhos – e o Demo Sul é uma das poucas oportunidades de mostrar música independente ao público.

A terceira banda a subir ao palco foram os curitibanos da Anacrônica. Contando com um vocal feminino que agitou a plateia, o grupo revela ter influências musicais que vão desde Os Mutantes até Red Hot Chili Peppers. Em março deste ano, Anacrônica abriu o show dos escoceses do Franz Ferdinand em São Paulo. Em seguida, os londrinenses da Um Tênis Sujo e um Scarpin apresentaram ao público um rock vibrante, que faz referência à The White Stripes e Arctic Monkeys. Fechando a noite, os gaúchos do grupo Empíricos fizeram uma apresentação voltada a um rock sentimental e mais introspectivo – mas, sem fazer referências à fórmula batida do emocore. Gato e Sapato, uma canção dos Empíricos, foi eleita pelo portal Laboratório Pop como uma das 100 melhores feitas no Brasil em 2009. Embora com baixa presença do público, a noite contou com rock de qualidade, sem frescuras ou firulas.

Os curitibanos da Anacrônica no palco do Alona
Com uma baixista em sua formação, Tênis Sujo e um Scarpin foi um dos destaques da noite
Após mais de doze horas de viagem, os gaúchos da Empíricos fecharam a primeira noite de prévias

Espero ter sanado a curiosidade da Fernanda.

Saudações tamaranenses,

12/09/2010

Mais primeiras impressões

Como um cara que caiu de pára-quedas na equipe de comunicação colaborativa, me senti em casa nesse quarto dia de prévias (11/09). Como um cara que aprecia música, me senti maravilhado.
Chegar em um ambiente novo sempre causa apreensão: primeira vez no Espaço ALONA e numa equipe colaborativa. E conheci uma família. Muito bem recebido, como se já convivesse com todos há anos. A equipe de vídeo, áudio, fotos e texto. Um colaborando com o outro e, em cinco minutos, já estava à vontade.


De computador ligado e iniciando a cobertura, tive outra impressão positiva: todas as bandas foram prestativas e camaradas. O pessoal conversava numa boa, curtindo o som das outras bandas e literalmente fazendo amizades. Conversamos primeiro com o pessoal do Midnight Sisters, que contou como é a cena musical em São Paulo, o que acharam do festival e a importância de um produtor de renome para o sucesso. Eles contaram também da dificuldade que é fazer música e manter o emprego. Ou manter o emprego pra fazer música.


O pessoal do Flat Black Pack também foi muito camarada, nos deu entrevista na rua e depois na nossa "central de comunicação". Só olhando os caras dá pra citar as influências deles: o chapéu, calças e botas lembram Motörhead e Lynyrd Skynyrd. E não, eles são são apenas mais uma banda de Southern Rock. O guitarrista solo tinha uma presença de palco e uma técnica apurada que como o próprio disse, são influências de guitarristas famosos como Stevie Ray Vaughan.


Teve gente que até veio de Belo Horizonte pra tocar no Demosul. Festenkois, o grupo que mais me chamou atenção, estava visivelmente cansada após o show.  Também, após viajarem 14 horas, não é pra menos. Apesar de cansados, a resposta do público foi muito boa. Infelizmente apenas escutei essa banda, mas deu pra viajar no som influenciado por Smashing Pumpkins e Sonic Youth e aplaudido pelas pessoas que estavam presentes na ALONA. Particularmente achei sensacional ver que eles também influências mais pesadas como Pantera, Slayer e Black Sabbath. Ah, detalhe: tem uma mina que toca baixo e canta!


Figura a parte, Igor Diniz me lembrou muito o Slash, visualmente falando. Com uma camisa do Ramones e um chapéu de pirata, o cara mandou ver no último show da noite, tocando com The Traitors e mandando um punk/rock que incluiu um cover de Teenage Kicks, dos Undertones. Foi difícil ver alguém que não cantava junto. E foi pra fechar com chave de ouro. 


A única coisa que não foi muito legal é que acabei perdendo o show dos caras do Locodillos (que por sinal, falaram que arrasaram). Tive que buscar uns equipamentos em casa e o trânsito de um sábado a noite não colaborou.


E com certeza valeu a pena. Conheci pessoas trabalhando para o Demosul e que tem tudo pra se tornarem parceiras, troquei "figurinhas" com o pessoal das bandas e, acima de tudo, me senti mais apaixonado pelo cenário independente nacional. Me senti em um grande festival com bandas sensacionais. E valeu muito a pena.


Antes de deitar, só pensei em uma coisa: são só as prévias!


Serviço: Hoje tem o último dia de prévias do Demosul na Vila Cultural Espaço Alona. Quem quiser mais informações sobre bandas e locais, clique aqui.

Dessas primeiras impressões.



O quarto dia das prévias do Demo Sul acabou há pouco. Cheguei lá cedo e ainda não sabia direito o que fazer. Começo, né? Sempre assim, todo mundo começa a se conhecer, se habituar ao ambiente e, nesse caso da cobertura colaborativa, vão descobrindo como tudo funciona e meio que “constroem” uma forma de trabalhar.

E foi assim. A gente sempre se pergunta por onde começa. O jeito foi descer e conversar com as bandas, já que ainda era cedo e ninguém ainda tinha subido ao palco. Tinha esse pessoal com um sotaque carregado, os Festenkóis, de Belo Horizonte. Eles vieram de carro. Viajaram um tempão, chegaram cansados, gravaram entrevista (aqui, ó), fizeram um show enérgico (e a baixista em cima de um belo salto), se cansaram mais ainda e assistiram as duas bandas que tocaram depois deles enquanto conversavam com a gente.

A outra banda de fora de Londrina era a Midnight Sisters, que toca um som puxado pro rock clássico, tem um vocalista que me remeteu ao Mick Jagger – lembrando que eu tenho lá meus graus de miopia – e um baixista que solta bombinhas no palco. Conversando com os caras, eles contaram que pode ser mais difícil passar das prévias quando tem três bandas de Londrina na jogada – e o pessoal daqui trouxe uma penca de amigos e fãs pra votar. Até esta madrugada, Midnight Sisters era uma banda praticamente desconhecida pro pessoal aqui da terra vermelha. Não é mais. Quem foi pra pista dançar o som dos caras não me deixa mentir.

E as bandas Londrinenses. A noite começou com os Locodillos (aqui tem um vídeo do show de hoje), formada por caras mais novos que as outras bandas, pelo menos aparentemente. Gostei do que eu ouvi do nosso QG lá na parte de cima do Alona, enquanto descobria como subir um áudio – o dos Festenkóis – no Sound Cloud, que é a plataforma que usamos pra isso por aqui. Rolou até um cover de I am the Walrus, dos Beatles.

Também perdi quase todo o show do Flat Black Pack, mas depois rolou uma conversa bem legal com eles. Os caras têm umas influências country – um deles fez questão de ressaltar que não tem nada com sertanejo e você pode escutar isso aqui – e o som também tem a ver com motociclismo.

O último show foi do Igor Diniz and the Traitors. O Igor toca na banda New Ones, aqui de Londrina, mas nas prévias ele veio com esse projeto solo. O som é um punk rock clássico misturado com glam rock, com direito a cover de Undertones e Ramones (que eu dancei sozinha enquanto todos os meus amigos da colaborativa já estavam cansados, mas sou suspeita pra dizer qualquer coisa porque Teenage Kicks é uma das minhas músicas preferidas). Também encheu a pista, logo depois de um intervalo que deu a impressão de que todo mundo ia embora.

E nessa de fazer a pergunta clássica – aqui, eufemismo pra clichê, é verdade – sobre quais são as influências das bandas, todas respondem que além das influências maiores, cada integrante tem seu gosto pessoal que acaba interferindo no som. E é por isso que subiram ao palco cinco bandas de rock totalmente diferentes, que carregaram pro Alona um público diversificado. Uma boa mistura de vários estilos.


Outra boa mistura é essa história de cobertura colaborativa. Eu me diverti escutando rock ‘n’ roll a noite toda, fiz umas entrevistas e conheci um pessoal novo que também tá cobrindo o Demosul.

11/09/2010

Com vocês, Midnight sisters!

Eu vou contar, o Midnight Sisters é uma das minhas bandas queridinhas da noite. Eu tava acompanhando os caras pelo myspace, mas ao vivo eles são ainda melhores. Calvin Kilivitz, vocalista, é fã de Star Wars e só isso já me isenta de comentários. Com ele, Lois Daher na guitarra, Nico D'Angeli na bateria e Gabriel Melillo no baixo (o defensor da música brasileira em idioma bretão e talvez a razão de me fazer curtir essa banda, embora eu seja tão chatinha para bandas que optam por cantar em língua estrangeira). Influências: Led Zepellin, U2, David Bowie, Beatles... Na minha opinião, só o Bon Jovi é que dá uma queimadinha, mas fazer o que se o resultado final é tão massa.

Festenkois, pra matar minha curiosidade

Festenkois, de Belo Horizonte, tá no palco. Eu tava curiosa pra saber qual era a deles. Embora a banda tenha essa formação desde 2008, os quatro integrantes (Rafael Menezes, Rafael Dantas, Patrícia Yegros e Luiz Garcia) já tão na ativa na música de BH desde a década de 90, ou seja, tem muita coisa pra mostrar durante a apresentação. Com stoner rock, punk, noise e heavy metal como influência, eles tem letras em inglês e prometeram fugir de obviedades contemporâneas.
Sendo assim, sintam-se em casa e conquistem-nos, pois nós pés-vermelhos somos facilmente conquistáveis por música boa. E isso, pelo que parece, também é pré-requisito pra esses mineiros com tanta estrada no cenário musical.

O bando preto fosco. Fosco?? Fosco????

O Flat Black Pack tá no palco. Os caras toparam o desafio e vieram pra tocar muito rock e falar de moto, mulher e manguaça. Batida forte, presença de palco e público insano. Tem mistura de rock’n’roll dos anos 50 com country e southern rock, hard rock, além do heavy e thrash metal dos anos 70 e 80. Nada bonitinho. Excitante.

Locodillos se apresenta no Demo sul

Duas guitarras, teclado, baixo e bateria. Locodillos tá aqui e sendo aplaudida pra caralho. Já tocaram desde aquelas que a gente curte nas clássicas festas de repúblicas londrinenses até uma música feita nesta última terça, portanto fresquinha pro Demo sul. Música nova no repertório, ou não, eles parecem bastante a vontade. Então, galera, que fiquem um pouquinho mais, Festival tá aí, de 15 a 23 de outubro. Boa sorte!

10/09/2010

Fim de Prévia


Fim de noite nas Prévias do Demo Sul. Mescalha fecha com um som primoroso. Pra mim, já são favoritos para se classificarem.

Boas noites, sonhem com muito rock'n roll.

Mescalha e a pura psicodelia!


Mescalha rolando e a galera curtindo muito o som da banda londrinense! A banda é fenomenal. O que me faz pensar que é um pecado ter que escolher só entre uma das que tocou hoje. É.. o Demo Sul já começou pra galera que está vindo conferir as prévias.

Com a palavra, Gametas


A banda carioca fala sobre a passagem pelas Prévias do Demo Sul 2010, além de comentar as agruras que encontram pelo caminho em busca da notoriedade.

Gametas by Lucas Marcondes

Daqui a pouco, Mescalha no palco


Os Gametas acabaram de encerrar sua apresentação - bastante vibrante, diga-se de passagem. Em alguns minutos, a banda londrinense Mescalha, a última da noite, começa o show no ALONA.

A presença do público é baixa, infelizmente. Quem não veio, perdeu a chance de prestigiar músicas autorais de qualidade.

Base 2 em alguns minutos


A banda londrinense está nos últimos preparativos para entrar em ação no ALONA.

02/09/2010

Escolha a banda que você quer ver no palco do Demo Sul 2010!

1ª e 2ª Seletiva do Festival acontece neste fim de semana no Espaço Alona; para ver os shows basta trocar 1 Kg de alimento por um ingresso


As Prévias começam já neste fim de semana. Para retirar um convite basta levar um Kg de alimento (não perecível) na loja Sonkey. Ao todo 24 artistas (a banda Unidade Imaginária cancelou a apresentação) participam das cinco seletivas que acontecem em dois finais de semana deste mês, sempre na vila cultural Espaço Alona (Av. Leste Oeste, 518).

No segundo fim de semana das Prévias, durante os dias 10, 11 e 12 de setembro, o Demo Sul dá início ao projeto "Demo Sul Colaborativo", ação integrada à 10ª edição do Festival. O projeto tem o objetivo de registrar, a partir de vários focos e linguagens, cada evento do Demo Sul 2010. "Demo Sul Colaborativo" é aberto à participação de todos, sem limite de vagas e recebe inscrições até sexta (03/09).
Conheça o projeto, cadastre-se e participe da maior cobertura de um festival em Londrina.