Leia sobre o show da banda Brazilian Cajuns Southern Rebels no primeiro dia de Festival Demo Sul, aqui!
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19/10/2011
15/10/2011
Primeira noite do Festival Demo Sul 2011
Confira os shows que rolaram na primeira noite do Festival Demo Sul 2011, 14/10/2011
O Melda
Brazilian Cajuns Southern Rebels
Krappulas
E hoje tem muito mais Demo Sul!
Papo com Brazilian Cajuns AUDIO
Salve galera!
Pra quem quiser saber mais dos caras do Brazilian Cajuns só dar uma ouvida aí na entrevista que fizemos com os caras ontem após o show, no Vila Cultural Espaço Alona.
14/10/2011
Os Peão do Rock'n'Roll
Cara, que doido é cobrir esse festival!!!
A galera se reuniu hoje durante o dia no Garagem pra combinar quem iria fazer o que, tal. Era só uma previa. Na real todo mundo já sabia que ia ser doidera na hora. To escrevendo na pilha da entrevista com o Claudião Pilha, mais conhecido como O Melda, em pleno meio do show do Brazilian Cajuns! E é desses caras com som alucinante que eu vou escrever agora.
Pedi pra fazer esse texto porque sabia que ia rolar coisa de qualidade. Estilo fantástico, o Rockabilly destrói, com o arranjo de instrumentos e estilos totalmente distintos. Mistura de rock, country, folk, dance, o Brazilian veio pra comprovar o que toda a galera já esperava. A galera pirou no palco do Alona!
Como londrinense e iniciante nesse projeto muito massa da cobertura colaborativa do Demo Sul pelo Fora do Eixo, sinto-me orgulhoso de poder ajudar nessa cobertura do caralho e ainda curtir todas essas bandas com som totalmente autoral!
Galera, esse Festival só tem a crescer! Assim como essa banda muito rock’n’roll!!!
Quebraram tudo!!
Por Fabio Blanco
Foto: Bia Marques
12/10/2011
Sexta é dia de Demo Sul
Esta sexta, 14 de outubro, começa a 11ª Edição do Festival Demo Sul. A programação cultural que invade Londrina (PR) por uma semana conta com O Melda (Belo Horizonte), Brazilian Cajuns (Londrina) e Krappulas (Curitiba). O evento acontece na Vila Cultural Espaço Alona a partir das 23h30min e os convites antecipados podem ser comprados na Sonkey e UpTime inglês. Conheça melhor quem se apresenta:

O Melda
Este é um projeto solo de Claudão Pilha, baterista do Estrume’n’tal, Os Meldas, Os Pilhas, Juremas e Ratones. Em O Melda, empunha sua guitarra quadrada e rude com baterias punk-programadas, letras mordazes e seu exclusivo rock-regressivo capacete percussivo, tirando onda com a raça humana e partindo para a gozação de si mesmo.

Brazilian Cajuns - Southern Rebels
Formada por 6 bandoleiros, a Brazilian Cajuns – Southern Rebels há 4 anos têm levantado poeira por este grande sertão de terra vermelha. Com um EP e um vídeo clipe recém lançados, já tocou seu country’n’billy – um rock’n’roll quente e caipira – pelo Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e dividiu palco com as principais bandas da cena a-Billy nacional.

Krappulas (Curitiba)
Com mais de 17 anos de estrada, Kráppulas é uma das bandas mais antigas da cena psycho em atividade. O quarteto, primordialmente influenciado pela geração psycho dos anos 80, apresenta boas doses do velho rock'n'roll e muito peso. Sempre presente nos principais festivais psycho do país - como o Psycho Carnival e o Psychobilly Fest, a banda também realiza shows periodicamente por todo o Brasil.
18/10/2010
Brazilian Cajuns - Southern Rebels
Confira também as entrevistas em áudio e vídeo com a banda Brazilian Cajuns - Southern Rebels, realizadas pelas caras colaboradoras Marina e Tati.
Até mais.
Resumo do fim de semana
Depois das prévias, achei que o Demo Sul ia demorar pra chegar. Não. Ele já ta aí, começou sexta-feira, numa Londrina escura às cinco da tarde, o que nos tirou da Concha Acústica e colocou no Museu de Arte. Mas oi? Você que tem uma avó que mora aqui desde sempre, vá lá e pergunte: “vó, o que acontecia quando as pessoas esperavam ônibus com chuva na antiga rodoviária?” (ah é, momento história: o que hoje é o museu de arte era uma rodoviária). Com certeza ela vai responder que todo mundo se molhava. E foi o que aconteceu. Chovia de lado e quando eu tive a brilhante idéia de ficar na barraca onde estava o pessoal da colaborativa (que era fechada do lado), descobri que all star não combina com poça d’água.
Por culpa de toda essa água que caiu por aqui e da mudança de lugar, achei que não ia aparecer uma alma pra assistir aos shows. Mentira. Deu gente. O pessoal se aglomerava por ali, caçava um bar nas proximidades pra arrumar uma cerveja e esperava que terminasse a passagem de som e que as bandas começassem a tocar. Começaram. A primeira banda era Bernardo Pellegrini e o Bando do Cão Sem Dono, com suas músicas poéticas e um menininho fofo (devia ser filho do Bernardo) que ficava dançando na frente do palco. Depois veio lá de Pernambuco essa banda toda cheia de estilo chamada Babi Jaques e os Sicilianos. Uma belezinha. Babi tem uma voz linda linda, bate cabelo e usa vestido vermelho. Os sicilianos, muito bem alinhados, são responsáveis pelo som que fez a platéia encharcada dançar e dançar. Por último, a banda Cérebro Eletrônico. Estava do outro lado do museu entrevistando Babi Jaques e os Sicilianos e perdi o começo do show, mas tava todo mundo se divertindo enquanto a chuva caía.
Lá no museu, os colaboradores encarregados de escrever sobre os shows ficaram só observando e anotando tudo, já que não rolava Internet como no Alona. Já o pessoal das fotos, do vídeo e do áudio teve que se adaptar às condições diferentes pra conseguir todo esse material que já foi postado aqui.
Me contaram que o Alona ferveu na sexta-feira. Com o coraçãozinho na mão, eu tive que ficar em casa. Mas o sábado não ficou atrás. O psychobilly dos Sick Sick Sinners, de Curitiba, fez todo mundo dançar. O Alona foi infestado por camisas xadrez e som de baixo acústico. Curiosamente, o número de topetes por metro quadrado foi menor do que se costuma ver nesses shows. Algum colaborador observou que a galera fica longe do palco. No sábado essa distância diminuiu um pouco, mas não tanto. Alguém resolveu dar um mosh, sinalizava com os braços pra quem estivesse ali na frente se amontoar, ninguém obedeceu. Mosh fail.
A banda The Silver Shine, da Hungria, continuou no psychobilly. Eu ficava cansada só de olhar pra baixista, que é toda magrinha e toca aquele instrumento maior que ela dançando e cantando o tempo todo. Era com essa mesma energia que as pessoas dançavam na frente do palco. Tava bonito de ver.
E depois de um intervalo pra arrumar tudo – e nessa, uma galera foi embora -, entra a banda Vendo 147. O que eu tenho a dizer é: nossa. Sentei ali na ilha e fiquei só observando, hipnotizada pelas duas baterias e pela sincronia de toda a banda. Sem perceber, eu já estava batendo o pé no chão e tudo reverberava. Aí eu senti uma coisa no braço. Olhei pro lado, devia ser bicho. Na mesma hora, a Sarah, que estava do meu lado também olha. Ela também sentiu. Ta esquisito isso aí. Daqui a pouco alguém diz que tem farelo do teto caindo: “olha ali o notebook de fulano”. Tudo preto. Nenhum microfone, duas baterias e o teto se esfarelando sobre os colaboradores. Vendo 147 foi minha banda preferida da noite.
A noite de domingo começou cedo, com a banda Brazilian Cajuns Southern Rebels. Era a banda mais diferente da noite, tinha mais a ver com a galera que tocou no sábado. O palco ficou pequeno pros seis caras. Eles ainda dançavam. Também dancei. E boa parte de quem estava lá. Fosse quem tinha ido só para vê-los ou o público das outras bandas, que curte um som diferente. Na entrevista de áudio eles até falaram um pouco sobre isso aí, de tocar pra uma galera que não é a que geralmente vai aos shows deles.
Depois, a banda Test Drive. A ilha estava tensa depois da polemicazinha das prévias. Deu tudo certo. Os meninos vieram com bichinhos de pelúcia no palco, trouxeram a caravana e rolou twitcam pras fãs que tinham aula na segunda-feira e a mãe não deixou vir pro show. Eles responderam as críticas feitas por aqui, falaram que “se é pra ser fofo, então é” e ainda conversaram sobre com a Tati na entrevista de vídeo. E se saíram bem, devo dizer. Por fim, tocou a banda Sugar Kane. O hardcore dos caras fez todo mundo pular igual louco, bater cabeça e cantar junto. Não caiu farelo do teto dessa vez, mas com certeza foi o show com público mais empolgado até agora.
Continuo achando que a coisa mais legal de estar todos os dias no Demosul, conversar com quase todas as bandas e observar bem o público em cada show é perceber essa diversidade, as diferenças entre estilos, bandas e públicos. Aliás, as bandas desse fim de semana apareceram cheias de peculiaridades. O guardador de baquetas de um dos bateristas da Vendo 147, a colher no bolso do vocalista da Brazilian Cajuns e os bichinhos de pelúcia da Test Drive (as explicações estão nas entrevistas em vídeo que eu vou linkar de novo, aqui, e aqui, respectivamente). Claro, sem contar todas as piadas que surgem na ilha e a troca de experiências que rola entre os colaboradores. Eu continuo me divertindo. E esse foi só o primeiro fim de semana.
17/10/2010
Conversa com as bandas da noite.
E no terceiro dia do Demosul tocaram três bandas: Brazilian Cajuns Southern Rebels, Test Drive e Sugar Kane.
Os primeiros a subir ao palco foram os caras da banda Brazilian Cajuns Southern Rebels, daqui de Londrina. A banda tem seis integrantes, o que fez o pessoal aqui da colaborativa se bater pra enquadrar todo mundo na entrevista de vídeo. Como foram a primeira banda e talvez pelo fato de o som deles ser bem diferente das outras duas da noite, o show começou vazio, mas depois a galera foi chegando. Era difícil ver alguém que não estivesse balançando a cabeça ou batendo o pé no chão. Na entrevista a banda fala sobre suas influências e conta como é tocar para um público diferente do que geralmente frequenta seus shows.
Vinda das prévias do Demosul, a banda Test Drive, de Cambé, trouxe pro Alona menos gente que no show passado, mas veio com produtor, fotógrafo, fãs histéricas, bichinhos de pelúcia no palco e transmissão via Twitcam. (Aqui você vê a entrevista em vídeo) Conversei com eles sobre o fato de serem uma banda vinda das prévias e sobre os shows que têm feito por aí:
Por último, a banda Sugar Kane, de Curitiba. Foi o show mais cheio e mais animado. Tinha coro cantando as músicas - até as mais novas - e batendo cabeça na frente do palco. Nessa entrevista aí embaixo eles falam sobre as influências da banda e contam que já tocaram em Londrina algumas vezes.
Entrevista com Brazilian Cajuns Southern Rebels
Os londrinenses da Brazilian Cajuns Southern Rebels foram os primeiros a se apresentar hoje, na terceira noite de Demo Sul. Entre os integrantes estão Sinner Jack (vocal), Herbie Nelson (guitarra), Dirty (gaita), Kinky Lawless (violão embriagado), Kid Step Bill (contra-baixo) e Billy Boy (bateria). Com instrumentos curiosos e personalidades marcantes, a banda também passou pela nossa cobertura colaborativa e deixou suas impressões sobre o festival. Veja aí:
Brazilian Cajuns!
Mais uma noite de Demo Sul começa, e iniciamos uma noite "estranha" acho que é o horário de verão...
Vamos ao que interessa, Brazilian Cajuns Southern Rebels subiu no palco com seu estilo country mando ver. Pena que eles foram colocados em um dia onde as próximas bandas nada tem a ver com o seu estilo. O publico dessas bandas ficou meio que "boiando" enquanto a galera tocava.
Mas isso não importa, uma galera curtiu o som dos caras e aqui vão algumas fotos do show!
The Brazilian Cajuns Southern Rebels abre o terceiro dia do Demo Sul
A banda The Brazilian Cajuns Southern Rebels surgiu em agosto de 2007, formada inicialmente por 2 irmãos vindos do Triângulo Mineiro, Sinner Jack (vocal) e Billy Boy (bateria), e Herbie Nelson (guitarra e vocal), um grande amigo “pé vermelho” dos caras. Logo nos primeiros meses o terceiro irmão dos mineiros, Dirty Joe (gaita e backing vocal), passou a ser o quarto integrante da banda. Completando o "bando", Kinky Lawless, outro companheiro londrinense dos caras, que os acompanhava desde o início em suas apresentações, resolveu entrar para o bando, complementando com seu violã The Brazilian Cajuns Southern Rebels o base.
A galera do Cajuns tá nesse momento no palco do Demo Sul e eu falo com a propriedade de quem viu os primeiros shows da banda nas mais remotas repúblicas da cidade, quem veio hoje no Alona não vai se arrepender, os caras mandam muito bem...
Curtam o show!!!
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